Tão grande como o título acima, foi a enchurrada de projetos recebidos pelos avaliadores no meio do ano. Induzidos pelos organizadores a promoverem conjuntos residenciais ecologicamente e finaceiramente viáveis, 61 escritórios enviaram suas propostas para concorrerem em 06 categorias.
Após uma refinada análise, o júri escolheu os projetos, sempre visando aspectos estruturais, financeiros, estéticos e auto-sustentáveis. Além dos vencedores ganharem a promessa do estado de que em breve sairão do papel, eles também ganharam um prêmio pelo excelente trabalho. A seguir os belos projetos vencedores que foram concebidos por arquitetos Brasil afora.

Vencedores da categoria Casas Térreas:
Gustavo dos Santos Correa Tenca, Giuliano Augusto Pelaio e Érica Cristina Rodrigues Souza. Equipe: Saulo Feliciano
Vencedor da categoria Sobrados:
Carlos Cesar Arcos Ettlin. Coordenadores: José Maria de Lapuerta Montoya e Paloma Campo Ruano. Equipe: Fernando Botton, Alberto Garcia Jiménez, Beatriz Martines González, Guilhermo Sicre, Jorge Romera Herrero, Luis Moranta Sastre, Magdalena Sakowicz, Marta Renom Carbone, Elena Tejeiro Medina e Rodrigo Rieiro Diaz Jeremy Rey.

Vencedores da categoria Casas Escalonadas:
Augusto Aneas, Fernão Morato e Guilherme Gambier Ortenblad. Consultores: Mauro Zaidan e Werner Sobek
Vencedores da categoria Até 03 pavimentos:
Monica Drucker e Ruben Otero. Consultor: Pedro Teleki. Equipe: Ignacio Errandonea, Victor Minghini, Roni Ebina, Federico López Ortega, rebeca Swann e Stefanni Paulla
Vencedores da categoria Quatro pavimentos:
Gregory Bousquet, Carolina Bueno, Olivier Raffaëlli e Guillaume Sibaud. Equipe: Aline D'Avola, Pauline Beaumont, Thiago Bicas, Carolina La Terza e Paula Saad
Vencedores da categoria 6 e 7 pavimentos:
Lucas Fehr, Mario Figueroa e Daniel Bonilha. Consultores: Nicolás Parra, Ricardo Dias e Mauro Zaidan. Equipe: Mario do Val, María Paula González, Felipe Gomez, Guilherme Barahona, Mauricio Mendez, Jorge Paparoni, Juan Felipe Herrera, Sebastian Chica, kirsti Oygarden e Santiago RamosEste concurso não poderia ter vindo em hora mais oportuna. Somente em 2011, a nossa excelentíssima presidente recém eleita Dilma Rousseff prometeu que irá entregar 2 milhões de residências populares ligadas ao projeto "Minha casa, Minha vida". Torçamos para que os projetistas destes blocos atentem para recursos simples, como
captação de energia solar e
reservatórios de água fluvial; que segundo os blogs anteriormente citados, podem ser montados por valores incrívelmente acessíveis. Outro recurso que poderia ser mais explorado, são os plásticos reciclados e bagaços de cana de açucar. Esses materiais poderiam ser implementados em esquadrias de janelas, pisos, corrimãos, móveis e tubulações (o interior deste
veículo é da medula da cana, e corrobora a teoria de que extratos substituem perfeitamente materiais rígidos).
A tônica desta discussão inevitavelmente nos lembra a célebre frase de Antoine Lavoisier: "Nada se perde, tudo se transforma". Ninguém quer mais perder, e a cada vez mais os discursos de energia limpa/produto reciclado são vendidos em ilimitadas ocasiões.
O propósito da discussão? A alegria do nosso bolso. E a natureza sorri mais ainda.
Referências:
Concurso CDH/IAB-SPPropostas da DilmaCaptação da àgua da chuvaFiat Uno EcologicCadeiras de plástico PET